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Apuração basta? Saiba o que dizem pesquisadores e editores de veículos baianos

A checagem é o tema da Parte 4 do “Especial Fake News” publicado pela ABI, na inauguração do espaço “FOCA na ABI”. Na matéria de Pedro Vilas Boas, pesquisadores e profissionais que atuam nas redações dos veículos baianos analisam a importância da apuração no combate ao fenômeno das notícias falsificadas. Além de Pedro, assinam a série os jovens jornalistas Francisco Artur, Lívia Oliveira e Roberto Aguiar, do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), co-autores do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado “As ações do jornalismo profissional no combate às fake news”. 

A diretora de redação do jornal Correio, Linda Bezerra, não acha necessária a criação de programas de combate às fake news, como é feito nas redações de outros grandes veículos de comunicação do país. “Eu sei que quando uma coisa tá muito absurda é preciso criar um remédio pra curar a dor, mas o remédio pra esse problema chama-se apuração. Aqui a gente tem o entendimento que nenhuma notícia pode ir ao ar sem ser checada. Sei que o digital nos força a ser mais ágeis, dar na frente as coisas, mas aqui há esse cuidado”, garante a jornalista.

Para o professor e pesquisador Wilson Gomes, o problema não está no esforço feito durante a produção das reportagens, mas, sim, na mentalidade coletiva das redações. “No caso da desinformação, ela não fazia parte dos canais oficiais. É simplesmente uma questão de prática profissional. E levou um caldo disso; tsunami das fake news tornaram os jornais ainda mais irrelevantes. E ao não lidar com fake news distribuídas sobretudo no Whatsapp, o jornal provocou sua própria irrelevância. Só consegue lidar com fontes oficiais”, explica.

Leia a íntegra aquiEspecial Fake News – Parte 4

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